quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Marcos 3, 7-12 Jesus e a multidão.

* 7 Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. 8 E também muita gente da Judéia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e da Sidônia, foi até Jesus, porque tinha ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9 Então Jesus pediu aos discípulos que arrumassem uma barca, para ele não ficar espremido no meio da multidão. 10 Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal se jogavam sobre ele para tocá-lo. 11 Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés gritando: “Tu és o Filho de Deus!” 12 Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era. Comentário: * 7-12: Jesus se retira, mas atrai a multidão de todos os lugares. Ele acolhe o povo, mas também toma distância. O projeto de Jesus não pode ser atrapalhado por um assistencialismo que só atende às necessidades imediatas. É preciso destruir pela raiz as estruturas injustas; estas é que produzem todo tipo de necessidades na vida do povo. Em pouco tempo, a fama de Jesus se espalhou e pessoas de todas as regiões vinham ao seu encontro, procurando cura e paz para o coração. Seus milagres atraíam multidões, mas Jesus não queria simplesmente curar; ele veio para salvar a humanidade doente e promover uma nova atitude. Cada pessoa deve compreender isso e ser movida por esse objetivo. Até que todos tenham entendido por si mesmos e pelos sinais que veem, Jesus repreende os espíritos impuros e os proíbe de divulgar quem ele é. Será que hoje, dois milênios depois, conhecendo todas as ações de Jesus, somos capazes de o reconhecer como verdadeiro Messias e Senhor? Ou vemos Jesus apenas como um guru espiritual que faz milagres e fala coisas bonitas? Algo importante para nos questionarmos!

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