sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
João 3, 22-30 Jesus é maior que a sua testemunha.
-* 22 Depois disso, Jesus foi para a região da Judéia com seus discípulos. Ficou aí com eles e batizava. 23 João também estava batizando em Enon, perto de Salim, onde havia bastante água. As pessoas iam e eram batizadas. 24 João ainda não tinha sido preso. 25 Então começou uma discussão entre os discípulos de João e um judeu sobre a purificação. 26 Eles foram a João e disseram: “Rabi, aquele que estava com você na outra margem do Jordão, e do qual você deu testemunho, agora ele está batizando, e todos correm para ele!”
27 E João respondeu: “Ninguém pode receber alguma coisa se esta não lhe for dada do céu. 28 Vocês mesmos são testemunhas daquilo que eu disse: ‘Eu não sou o Messias, mas fui enviado na frente dele’. 29 É o noivo que recebe a noiva e o amigo, que está aí esperando, se enche de alegria quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria, e ela é muito grande. 30 É preciso que ele cresça e eu diminua.”
Comentário:
* 22-30: João Batista não é rival de Jesus. Confessa claramente que sua missão é tornar Jesus conhecido e seguido, e não se servir de Jesus como trampolim para angariar seguidores.
Os seguidores de João estão confusos. Certamente não entenderam as palavras do Batista que apontaram o Cordeiro de Deus, ou não estavam presentes na ocasião em que João batizou Jesus no Jordão. Não há problema. O Batista reforça que é apenas um enviado para preparar o caminho do verdadeiro Redentor, como o padrinho que acompanha o noivo no dia do seu casamento. Aos poucos, João deve diminuir e desaparecer para que todos sigam o único e verdadeiro Mestre, Jesus Cristo. O mesmo vale hoje, sobretudo para o mundo virtual: todos os que surgem como “influenciadores” devem apenas apontar para o Mestre, Jesus Cristo, o único a ser “seguido”.
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