segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Mateus 1,18-23 O começo de uma nova história.
* 18 A origem de Jesus, o Messias, foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19 José, seu marido, era justo. Não queria denunciar Maria, e pensava em deixá-la, sem ninguém saber. 20 Enquanto José pensava nisso, o Anjo do Senhor lhe apareceu em sonho, e disse: “José, filho de Davi, não tenha medo de receber Maria como esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21 Ela dará à luz um filho, e você lhe dará o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados.”
22 Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: 23 “Vejam: a virgem conceberá, e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus está conosco.”
Comentário:
* 18-25: Jesus não é apenas filho da história dos homens. É o próprio Filho de Deus, o Deus que está conosco. Ele inicia nova história, em que os homens serão salvos (Jesus = Deus salva) de tudo o que diminui ou destrói a vida e a liberdade (os pecados).
A liturgia nos ensina a buscar no culto da Natividade de Maria uma verdade profunda: a vinda do homem-Deus à terra foi longamente preparada pelo Pai no decurso dos séculos. Celebrada exatamente nove meses após a solenidade da Imaculada Conceição (8 de dezembro), dogma da Igreja que afirma que a Virgem Maria foi preservada do pecado original desde o momento de sua concepção e, portanto, nasce sem a mancha do pecado original, sendo escolhida por Deus para ser a Mãe do Salvador. As informações que temos sobre o nascimento e a infância da Virgem Maria vêm sobretudo dos chamados livros apócrifos, particularmente do Protoevangelho de Tiago (século II).
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