quarta-feira, 17 de junho de 2026

Mateus 6, 7-15 O “Pai nosso”.

* 7 “Quando vocês rezarem, não usem muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por causa do seu palavreado. 8 Não sejam como eles, pois o Pai de vocês sabe do que é que vocês precisam, ainda antes que vocês façam o pedido. 9 Vocês devem rezar assim: Pai nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. 11 Dá-nos hoje o pão nosso de cada dia. 12 Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. 13 E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14 De fato, se vocês perdoarem aos homens os males que eles fizeram, o Pai de vocês que está no céu também perdoará a vocês. 15 Mas, se vocês não perdoarem aos homens, o Pai de vocês também não perdoará os males que vocês tiverem feito.” Comentário: * 7-15: Mateus aproveita o tema da oração para inserir aqui o Pai-nosso (cf. Lc 11,1-4), contrapondo a oração cristã à oração dos fariseus e dos pagãos. O Pai-nosso mostra a simplicidade e intimidade do homem com Deus. Na primeira parte, pede-se que Deus manifeste o seu projeto de salvação; na segunda, pede-se o essencial para que o homem possa viver segundo o projeto de Deus: pão para o sustento, bom relacionamento com os irmãos e perseverança até o fim. A oração é um encontro, um diálogo sincero com Deus, no qual abrimos nosso coração e expomos nossas alegrias e tristezas, nossas necessidades e anseios. Exatamente por ser um diálogo, há momento para falarmos, mas também momento para escutarmos o que Deus nos diz. É inútil a oração que tenta convencer Deus com muitas palavras, mesmo que sejam bonitas e bem articuladas. Jesus nos mostra o essencial da oração: poucas palavras, porém muita fé e muito amor. Na oração do pai-nosso, ele ensina os apóstolos, e nós, hoje, a pedir humildemente ao Pai o pão, o perdão e a salvação. Assim devemos rezar todos os dias: Pai nosso, que estais nos céus…

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