quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Lucas 9, 22-25 Jesus é o Messias.
22 E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto, e ressuscitar no terceiro dia.” 23 Depois Jesus disse a todos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e me siga. 24 Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perde a sua vida por causa de mim, esse a salvará. 25 De fato, que adianta um homem ganhar o mundo inteiro, se perde e destrói a si mesmo?
Comentário:
* 18-27: Não basta declarar e aceitar que Jesus é o Messias; é preciso rever a ideia a respeito do Messias, o qual, para construir a nova história, enfrenta os que não querem transformações. Por isso, ele vai sofrer, ser rejeitado e morto. Sua ressurreição será a sua vitória. E quem quiser acompanhar Jesus na sua ação messiânica e participar da sua vitória, terá que percorrer caminho semelhante: renunciar a si mesmo e às glórias do poder e da riqueza.
Em outras palavras, de que adianta acumular poder, fama ou riqueza se não formos capazes de nutrir o nosso interior? Acumular bens materiais é relativamente fácil, o difícil é ser justo, caridoso, prestativo… pois como nos recorda o apóstolo Paulo: “Quando este ser corruptível se revestir de incorruptibilidade, e este ser mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra da Escritura” (1Cor 15,54). Jesus não dá ordens, mas oferece um caminho. Quem quiser segui-lo deve atender a alguns requisitos mínimos, como renunciar a si mesmo e carregar suas cruzes. Deve se colocar à disposição de Jesus, imitando o seu modo de agir e também o seu modo de enfrentar as dores e adversidades provocadas pelo mundo. Esse é o caminho que conduz à salvação, à vitória, por isso é exigente e difícil. Muito mais simples e plainos são os caminhos que conduzem à perdição. Até que ponto estamos dispostos a sofrer, ser rejeitados e morrer com Cristo?
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