domingo, 15 de fevereiro de 2026

Marcos 8, 11-13 A ação de Jesus é o sinal.

11 Foram então os fariseus e começaram a discutir com Jesus. E, para tentá-lo, pediam-lhe um sinal do céu. 12 Mas Jesus deu um suspiro profundo e disse: “Por que essa geração pede um sinal? Eu garanto a vocês: a essa geração não será dado nenhum sinal.” 13 E, deixando-os, Jesus entrou de novo na barca e se dirigiu para a outra margem. Comentário: * 10-13: Jesus aqui não dá nenhuma prova de ser o Messias que veio de Deus e que realiza a vontade de Deus. Quem está disposto pode concluir isso, vendo a pessoa e a atividade de Jesus. Pedir outra prova é querer um messias triunfalista, que provoca admiração, mas não liberta. Os fariseus têm o coração e a mente endurecidos, sendo incapazes de reconhecer a origem divina de Jesus, pois qualquer um dos seus sinais é um “sinal vindo dos céus”, ou seja, de Deus. Não buscam sinais, mas tentam de todas as formas limitá-lo e prová-lo. Nos textos paralelos a este, nos Evangelhos sinóticos (cf. Mt 12,38-42 e Lc 11,29-32), Mateus e Lucas acrescentam que o único sinal que verão será o sinal de Jonas. Todos conhecemos a história de Jonas, que ficou três dias no estômago do grande peixe até ser expelido na praia e enfim converter os habitantes de Nínive. O mesmo acontecerá em Jerusalém, pois após três dias aquele que é maior do que Jonas ressuscitará para salvar não apenas os habitantes locais, mas toda a humanidade que se converter e crer no Evangelho. Este é o maior sinal do céu que temos na história da salvação, sinal seguro e definitivo de que Jesus é verdadeiramente Filho de Deus e que veio ao mundo para nos redimir do pecado e do mal. Nós já conhecemos o final da história, mas os ouvintes de Jesus ainda precisarão esperar algum tempo.

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