sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
João 1, 1-18 Jesus é a Palavra que revela Deus aos homens.
1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus. 3Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. 4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.6Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. 10A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela -, mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. 12Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. 14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.
Comentário:
* 1-18: O Prólogo de João lembra a introdução do Gênesis (1,1-31; 2,1-4a). No começo, antes da criação, o Filho de Deus já existia em Deus, voltado para o Pai: estava em Deus, como a Expressão de Deus, eterna e invisível. O Filho é a Imagem do Pai, e o Pai se vê totalmente no Filho, ambos num eterno diálogo e mútua comunicação.
A Palavra é a Sabedoria de Deus vislumbrada nas maravilhas do mundo e no desenrolar da história, de modo que, em todos os tempos, os homens sempre tiveram e têm algum conhecimento dela.
Jesus, Palavra de Deus, é a luz que ilumina a consciência de todo homem. Mas, para onde nos conduziria essa luz? A Bíblia toda afirma que Deus é amor e fidelidade. Levado pelo seu imenso amor e fiel às suas promessas, Deus quis introduzir os homens onde jamais teriam pensado: partilhar a própria vida e felicidade de Deus. E para isso a Palavra se fez homem e veio à sua própria casa, neste seu mundo.
A humanidade já não está condenada a caminhar cegamente, guiando-se por pequenas luzes no meio das trevas, por pequenas manifestações de Deus, mas pelo próprio Jesus, Manifestação total de Deus. Com efeito, Jesus Cristo, que é a luz, veio para tornar filhos de Deus todos os homens. Um só é o Filho, porém, todos podem tornar-se bem mais do que filhos adotivos: nasceram de Deus.
Deus tinha dado uma lei por meio de Moisés. E todos os judeus achavam que essa lei era o maior presente de Deus. Na realidade, era bem mais o que Deus tinha reservado para todos. Porque Jesus, o Deus Filho, o verdadeiro e total Dom do Pai, é o único que pode falar de Deus Pai, porque comunica o amor e a fidelidade do Deus que dá a vida aos homens.
Este é o prólogo do Evangelho segundo João. É uma composição literária destinada a oferecer uma síntese sobre o protagonista (Jesus Cristo), que ocupará as páginas de todo o quarto Evangelho. Jesus Cristo é a Palavra que vem de junto de Deus. O próprio Jesus afirmava: “Eu saí de junto do Pai e vim ao mundo” (Jo 16,28). Pois bem, a Palavra eterna do Pai, na “plenitude do tempo” (Gl 4,4), vem ao mundo na condição humana: “A Palavra se fez carne e armou sua tenda entre nós”. Sua vinda é precedida por João Batista, que dava testemunho da “luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todos os seres humanos”. Jesus nos revela os planos do Pai e dá o poder de se tornarem filhos de Deus a todos os que acreditarem em seu nome. O Filho único do Pai espera de nós uma resposta de amor.
Oração
Ó Jesus, Filho único que estás junto do Pai e o revelas a nós; Palavra eterna; “Luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todos os seres humanos”, aceita nossa gratidão, pois abres para nós as portas do céu e nos dás um Pai onipotente e misericordioso. És bendito para sempre. Amém.
Hebreus 1, 1-6 Introdução: o mistério de Cristo.
1Muitas vezes e de muitos modos, falou Deus outrora aos nossos pais pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo. 3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles.
Jesus é o Filho, os anjos são ministros - 5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”? Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai, e ele será para mim um filho”? 6Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”
Comentário:
* 1-4: Cristo é o centro do sermão. O trecho é o mais denso de todo o Novo Testamento: Deus falou definitivamente em Jesus Cristo, o qual é a palavra viva e concreta de Deus. Tudo o que podemos falar sobre o projeto de Deus - criação, revelação e redenção - tudo encontra sua expressão definitiva em Cristo. Este é quem faz existir e salva toda criatura. Ele é igual em tudo ao Pai; e, glorificado, é muito superior ao mundo dos anjos.
* 1,5-2,18: Muitas vezes imaginamos um Deus distante: para se comunicar com os homens, Deus se serve dos anjos; e os homens, para se comunicarem com Deus, se servem dos santos. O autor mostra que não há mais necessidade de outros intermediários: Jesus está intimamente unido a Deus (1,5-14) e, ao mesmo tempo, está próximo aos homens e solidário com eles (2,5-18). Os santos, mais do que intercessores, são testemunhas que procuraram ser fiéis no seguimento de Cristo, tornando-se exemplos concretos que nos estimulam a construir a história em direção a Cristo e com ele.
1,5-14: Não há comparação entre Cristo e os anjos. Estes são mediadores subordinados, mensageiros que obedecem continuamente às ordens de Deus. Jesus, porém, é o Filho primogênito, e esse título de honra, reservado a ele, mostra a sua superioridade em relação às criaturas. Ele está entronizado, recebe adoração e participa da condição de Deus por toda a eternidade.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
Lucas 2, 1-14 O nascimento de Jesus.
1Aconteceu que, naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra. 2Esse primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. 3Todos iam registrar-se, cada um na sua cidade natal. 4Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, 5para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. 6Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, 7e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria.
O Messias veio para os pobres - 8Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho. 9Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. 10O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: 11hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um salvador, que é o Cristo Senhor. 12Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”. 13E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da coorte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: 14“Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.
Comentário:
* 1-7: O recenseamento ordenado pelo imperador era instrumento de dominação, já que possibilitava saber quantas pessoas deviam pagar o tributo. Dentro dessa situação de dominação nasce Jesus, o Messias, que desde o primeiro instante de sua vida se identifica com os pobres.
* 8-20: Os primeiros a receber a Boa Notícia (Evangelho) são os pobres e marginalizados, aqui representados pelos pastores. Com efeito, na sociedade da época, os pastores eram desprezados, porque não tinham possibilidade de cumprir todas as exigências da Lei. É para eles que nasceu o Salvador, o Messias e o Senhor. E são os primeiros a anunciar a sua chegada. Jesus é o Salvador, porque traz a libertação definitiva. É o Messias, porque traz o Espírito de Deus, que convoca os homens para uma relação de justiça e amor fraterno (cf. Is 11,1-9). É o Senhor, porque vence todos os obstáculos, conduzindo os homens dentro de uma história nova.
Maria e José estão fora de sua casinha de Nazaré. Encontram-se em Belém da Judeia, e é aí que Maria dá à luz o “filho primogênito”, Jesus. Por falta de lugar na hospedaria, Maria enrola o bebê em panos e o acomoda numa manjedoura. Desconcertante é a pobreza do ambiente em que nasce Jesus. A respeito do Verbo encarnado (Jesus), o Evangelho de João dirá: “Tudo foi feito por meio dele, e sem ele nada foi feito” (Jo 1,3). O contraste é evidente e provocativo: quem criou o mundo não encontra no mundo um espaço confortável onde nascer. De qualquer forma, a pobreza e a simplicidade do Menino Jesus nos atraem. Quem não gostaria de acarinhar um recém-nascido indefeso e pobre? Celebremos o nascimento de Jesus, com a alma inundada de alegria e gratidão, porque Deus vem morar entre nós.
Oração
Ó Menino Jesus, comove-nos a situação de pobreza no teu nascimento. Recém-nascido, és colocado numa manjedoura, sem qualquer conforto. Ao teu lado, tens apenas o aconchego da tua Mãe, Maria, e a proteção do teu pai adotivo, José. O céu, porém, explode em manifestações de júbilo. Amém.
Tito 2, 11-14 Aguardando a realização da esperança.
11A graça de Deus se manifestou, trazendo salvação para todos os homens. 12Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, 13aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e salvador, Jesus Cristo. 14Ele se entregou por nós para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.
Comentário:
* 11-15: A manifestação de Deus muda o modo de compreender e viver a vida. O cristão passa a viver voltado para a realização final, isto é, para a manifestação gloriosa de Jesus. O v. 14 testemunha a fé dos primeiros cristãos na divindade de Jesus.
Lucas 1, 67-79 O cântico de Zacarias.
67Zacarias, o pai de João, repleto do Espírito Santo, profetizou, dizendo: 68“Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque a seu povo visitou e libertou. 69Fez aparecer para nós uma força de salvação na casa de seu servo Davi, 70como tinha prometido desde outrora, pela boca de seus santos profetas, 71para nos salvar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam. 72Ele usou de misericórdia para com nossos pais, recordando-se de sua santa aliança 73e do juramento que fez a nosso pai Abraão, para conceder-nos 74que, sem temor e libertos das mãos dos inimigos, nós o sirvamos 75com santidade e justiça, em sua presença, todos os nossos dias. 76E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, pois irás adiante do Senhor para preparar-lhe os caminhos, 77anunciando ao seu povo a salvação pelo perdão dos seus pecados. 78Graças à misericordiosa compaixão do nosso Deus, o sol que nasce do alto nos visitará, 79para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte e dirigir nossos passos no caminho da paz”.
Comentário:
* 67-80: O cântico de Zacarias é um louvor ao Deus misericordioso que realiza, através de Jesus, a "visita" aos pobres. Em Jesus se manifesta a força que liberta dos inimigos e do medo, formando um povo santo diante de Deus e justo diante dos homens. Desse modo, manifesta-se a luz que ilumina a condição do povo, abrindo uma história nova, que se encaminha para a Paz, isto é, a plenitude da vida.
Depois de recuperar a fala e repleto do Espírito Santo, Zacarias proclama o hino de louvor e de bênçãos que o Senhor derramou sobre seu povo. Após breve releitura da história da salvação, destacando a misericórdia e a fidelidade de Deus, dirige-se ao filho João, mostrando sua missão de preparar os caminhos do Senhor que virá. João vai à frente, proclamando a todos que Deus, mais uma vez, virá visitar seu povo, e agora, de modo especial, encarnando-se em Jesus. O precursor proclama a salvação que consiste no perdão dos pecados, pois são os pecados pessoais e sociais que degradam a vida humana. O Sol que vem do alto irá iluminar o povo que vive desorientado e perdido e o guiará no caminho da paz. Por isso, junto com o salmista, somos convidados a cantar eternamente o amor do Senhor.
Oração
Ó Jesus, “Sol que nasce do alto”, fazemos nossos os pensamentos e as inspiradas palavras de Zacarias, pai do menino chamado Profeta do Altíssimo. Repleto do Espírito Santo, Zacarias bendiz a Deus por ter cumprido as promessas feitas a Abraão e usado de misericórdia para com os antepassados. Amém.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
Lucas 1, 57-66 Nascimento de João Batista.
57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe, porém, disse: “Não! Ele vai chamar-se João”. 61Os outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!” 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha e escreveu: “João é o seu nome”. 64No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judeia. 66E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele.
Comentário:
* 57-66: O nome de João (= Deus tem piedade) é o sinal que evidencia o projeto de Deus sobre a criança e sua missão.
O Evangelho conclui dizendo que a mão do Senhor estava com aquele menino que acabara de nascer. Nesse relato, tudo transpira esperança e alegria. O menino que nasceu recebe o nome de João, pois Deus, por meio dele, anunciará sua misericórdia. A boca de Zacarias se abre, sua língua se solta, e ele proclama a Boa Notícia e louva a Deus. A vizinhança se pergunta: o que será desse menino? Tudo gira em torno dessa família que acolhe seu primeiro filho, apesar da idade avançada dos pais. A chegada de João Batista marca a aurora de uma nova era: a passagem do tempo de espera para o tempo de realização das promessas divinas em favor do seu povo. O nascimento de uma criança sempre deveria ser motivo de alegria, pois ela é dom de Deus e com ela a humanidade continua se renovando.
Oração
Ó Jesus Messias, o nascimento do teu precursor, João Batista, trouxe imensa alegria para os parentes e vizinhos de Isabel, pois reconheceram que Deus havia usado de misericórdia para com ela. Ensina-nos, Senhor, a respeitar e a valorizar cada bebê que vem ao nosso mundo. Amém.
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
Lucas 1, 46-56 O cântico de Maria.
46Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o temem. 51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência para sempre”. 56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.
Comentário:
* 46-56: O cântico de Maria é o cântico dos pobres que reconhecem a vinda de Deus para libertá-los através de Jesus. Cumprindo a promessa, Deus assume o partido dos pobres, e realiza uma transformação na história, invertendo a ordem social: os ricos e poderosos são depostos e despojados, e os pobres e oprimidos são libertos e assumem a direção dessa nova história.
Depois de receber as saudações e as felicitações de Isabel, Maria proclamou o belo hino do Magnificat. Nesse cântico, ela não exalta a si mesma, mas ao Deus misericordioso. Tudo aquilo que se realiza por meio dela é obra do Todo-Poderoso. Ela recorda a ação de Deus ao longo da história da salvação desde Abraão, o pai na fé do povo de Israel. Desde a libertação do povo da escravidão no Egito, Deus se posiciona do lado dos pobres, derrubando os poderosos de seus tronos. O cântico aponta para o caminho que será trilhado pelo seu Filho. Deus espera que os pobres e os humilhados sejam os protagonistas de uma nova sociedade alicerçada na justiça que liberta. Assim como realizou em Maria sua obra, Deus espera que também nós nos coloquemos em atitude de disponibilidade, para que ele continue realizando sua ação libertadora.
Oração
Senhor Jesus, com tua Mãe, exultamos de alegria em Deus, nosso Salvador. Pois, conforme ela exclamou, o Todo-Poderoso realizou grandes benefícios em seu favor, seu nome é Santo e sua misericórdia perdura de geração em geração. Derrubou dos tronos os poderosos e exaltou os humildes. Amém.
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